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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Tem que pagar e retirar

Quem escreveu tão breve mensagem cometeu pequenos equívocos, pois deveria ter escrito, muito provavelmente motivados pela baixa escolaridade.
Todos OS consertos com MAIS de 30 dias poderÂO ser vendidos.
A mensagem poderia ser mais clara; acredido que seja motivada porque algumas pessoas deixam objetos para consertar e não voltam nem para pagar nem para retirar o que deixaram, ficando um duplo prejuizo, pois não se recebe pelo serviço feito e pelo material empregado, além de ficar ocupando espaço.
Pelo menos acertou no conserto (com s) ao invés de escrever concerto (com C) como vemos muita gente boa fazendo.

Princípio de incêndio



Um pequeno incêndio foi controlado agora no centro da cidade, na esquina das ruas 21 de abril com Santos Dumont. Um caminhão do Corpo de Bombeiros atendeu a um chamado e debelou as chamas. A Ampla foi chamada e parte da rua Santos Dumont ficou sem energia elétrica.

No lugar certo???

Ontem postamos aqui a foto de um carro que estava com bandeiras com a ordem invertida; hoje encontramos um outro veículo em que o correto posicionamento foi observado, ou seja, a Bandeira do Brasil foi colocada acima de outras bandeiras. Assim é que se faz.
Somente para ilustrar podemos informar que existe uma ordem de precedência das bandeiras dos estados brasileiros, mas nesse caso, provavelmente a opção foi pela ordem do Estado em que estamos, Rio de Janeiro, para depois ser colocada a bandeira do Estado de Pernambuco, talvez a origem do proprietário.
Porém isso nos leva ao seguinte questionamento: se o veículo é do Estado do Rio e o proprietário é de Pernambuco, por que motivo a placa é do Espírito Santo?

No lugar certo

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Picape

Encontramos hoje, um pouco mais cedo, estacionado em frente ao Hotel Antares, o veículo das fotos.

Impressiona pelo tamanho exagerado e pela beleza. Pesquisei no site que está grafado na picape e descobri que ela tem 7,50 metros de comprimento e 2,50 metros de altura. É tão alto que não conseguiria entrar no estacionamento do hotel.

Como este blog sempre olha os detalhes, e os detalhes é que fazem o cerimonial, percebemos um equívoco de quem fixou as bandeiras do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil, sendo que esta deveria estar acima daquela, uma vez que a Bandeira do Brasil precede a qualquer outra do nosso território.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Ponto positivo

Tivemos há pouco uma notícia ruim de um acidente perto de Serrinha, o que é lamentável. Porém, queremos destacar um fato positivo que é termos encontrado uma viatura da Guarda Civil na esquina da Av. Alberto Torres com a Rocha Leão, além de uma outra viatura, uma moto, na esquina seguinte, prontas para interromper o trânsito naquele trecho para facilitar a passagem de ambulâncias trazendo possíveis feridos.
Independente da discussão sobre as atribuições da Guarda Civil Municipal, acho que o serviço merece os parabéns.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Ordem errada das bandeiras



As imagens mostram mastros e bandeiras na calçada do supermercado SuperBom da av. 28 de Março, esquina com rua dos Goytacazes.
Acho muito bom que empresas se disponham a colocar bandeiras em seus prédios, mas temos certeza de que, se o fazem, devem obedecer as normas do cerimonial e das leis que regem o assunto.
Como se pode ver, os mastros estão próximos demais uns dos outros, não sobrando espaço para cada bandeira e a ordem, do jeito que está é:

O correto ordenamento seria:


É bom lembrar que a ordem exposta acima como correta é do ponto de vista de uma pessoa que esteja em frente ao supermercado, da mesma maneira como foram tiradas as fotos.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Bebum ao volante



Na manhã de hoje, ao passar pela rua Espírito Santo, perto da Recreio Automóveis, vi um automóvel Santana azul escuro, fazendo movimentos estranhos e resolvi chegar perto para ver se o motorista estava com algum problema que eu pudesse ajudar. Ao me aproximar percebi que o motorista estava era bêbado e mal conseguia dar partida no carro. Imediatamente peguei o celular, liguei para o 190 e segui o irresponsável. Eram mais ou menos 10h30. Informei ao atendente do 190 o meu nome, do que se tratava, a placa, cor e modelo do carro e o local onde estávamos – nessa altura já estávamos na Rocha Leão. Avisei que o mautorista estava subindo a ponte, ao que a pessoa do outro lado disse que contataria as viaturas para cercá-lo “do outro lado”. Continuando a trafegar sem problemas a “figura” por diversas vezes quase colidiu e/ou atropelou pessoas, ciclistas, motocilistas e outros veículos até que parou em frente a um bar na rua Carmem Carneiro, perto da entrada para Custodópolis.

Desci do meu carro disposto a dar voz de prisão ao bebaço, mas me vi sozinho no meio de muitas pessoas que, ao que me pareceu, conheciam-no e resolvi não agir. Mais uma vez liguei para o 190 e outro atendente pediu novamente a placa do carro e me disse que “estavam tomando as providências.” O sujeito mais uma vez saiu com o carro e foi parar numa rua “F” perto da rua Zuza Mota. Tentou novamente sair mas só não prosseguiu porque o carro deu algum defeito. Rodei pelos bairros próximos, fui até o HGG, voltei à BR 101, voltei ao local e não vi nenhum carro da polícia. As 11h15, indignado e frustado, desisti e fui embora.

Gravei dois vídeos, cada um com mais de quatro minutos, mas não consegui anexá-los.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Trapalhada?

Procuro, por diversos motivos, não falar da política de Campos, mas acabo me rendendo ao assunto IPTU.

Tenho ouvido e lido diariamente as mais diversas explicações e justificativas para o aumento do tal imposto. Uma das explicações altamente embasadas dada pelo secretário de finanças, dava conta de que o aumento havia sido votado e aprovado no apagar das luzes do ano passado e que, portanto, a Câmara de Vereadores havia participado de todo o processo. Estava tudo absolutamente dentro da lei.

Foram dias e mais dias de protestos por parte de muitos e de muitos “esclarecimentos” de uns poucos.

Agora a nossa prefeita diz que vai cancelar o aumento e decretar que o aumento será bem menor do que estava posto.

Pergunto:

Se foi aprovado pela Câmara de Vereadores, como pode a prefeita, de forma autoritária, cancelar?

Mais parece uma trapalhada governamental do que qualquer outra coisa.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Acidente no trabalho

Tudo acaba caindo nas mãos do cerimonialista.
Quem voce acha que teve que resolver o imprevisto acontecido na foto ao lado?
No cerimonial tudo é pensado para evitar improvisos e até mesmo para tentar prever os "imprevistos".
Mas tem coisa que não dá para prever.

Atrasos

Quando o assunto é cerimonial todos pensam em organização, hierarquia, bom senso...
E em matéria de bom senso, podemos afirmar que uma das coisas que precisam ser evitadas são os atrasos, quer em cerimônias, quer em compromissos diversos que assumimos cotidianamente.
É muito desagradável chegarmos a uma solenidade de Colação de Grau, por exemplo, por volta de 19 horas e esperar, esperar e esperar para que haja o início do evento. Algumas dessas solenidades chegam a atrasar mais de duas horas. É uma falta de respeito com quem chega na hora. Atraso nunca é bom.
Nas cerimônias de casamento, todos dizem que é de praxe que a noiva se atrase; alguns chegam a dizer que é elegante que a noiva demore. Mas onde está a elegância em atrasar? Quem é que realmente acha bonito descumprir o horário que os próprios noivos estipularam? Quando é que desrespeitar o que está estabelecido pode ser elegante?
As pessoas normalmente toleram 15 ou 20 minutos de atraso, por compreenderem que algo pode ter saído errado; após 30 minutos de qualquer atraso, um desconforto generalizado é notado e aquela tolerância já não existe mais.
E por falar nisso tivemos notícia de que algumas igrejas de Brasília estariam cobrando até R$750,00 como taxa extra se o casamento for atrasado em tempo superior a 15 minutos, motivado pelos noivos ou convidados destes.
Talvez seja uma solução. Porém o melhor mesmo é tentar não se atrasar em nenhuma ocasião, mesmo que seja para cumprir um horário que tenhamos prometido aos nossos próprios filhos, como já fiz muitas vezes, e hoje procuro não permitir que aconteça mais.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Gafes na posse do Reitor da USP

A foto ao lado mostra a cerimônia de posse do novo reitor da USP, João Grandino Rodas, ocorrido na última segunda-feira (25). Tudo muito bom, tudo muito bem.
O problema está relatado pela própria matéria que reproduzimos abaixo:

“A apresentação da cerimônia foi feita pelo casal de atores Paulo Vilhena e Thayla Ayala, que, em algumas vezes, se atrapalharam com os nomes de autoridades e cometeram gafes no protocolo, causando risos na plateia.”

Conforme já comentamos aqui em outra postagem, não basta ser famoso (a) ou bonito (a) para ser Mestre de cerimônias. Quem organizou o evento de posse da pessoa de maior autoridade em uma centenária instituição acadêmica não atentou para o fato de que a imagem tanto do dirigente quanto da própria instituição estavam em jogo.

Pela seriedade do momento deveria ter sito contratado um profissional capacitado e de experiência comprovada, objetivando preservar tanto a cerimônia quanto os nomes envolvidos.

Para corroborar nossa opinião apresentamos abaixo dois trechos que pinçamos sobre o assunto:

"Quem deve ser o Mestre de Cerimônias? Quais características precisa ter?

Precisa de conhecimento, treinamento e aperfeiçoamento de sua função; necessita saber o que faz, como sair de imprevistos, como se dirigir e conquistar a platéia, sem aparecer. Sim, sem aparecer, porque mesmo conduzindo o acontecimento, existem os anfitriões, os convidados especiais, os conferencistas e a platéia. São esses os donos do evento.

Vaidade, prepotência e arrogância não fazem parte da função do Mestre de Cerimônias. Também humildade excessiva, timidez, medo do público e pânico não combinam com ele."

Por Gilda Fleury Meirelles

“O bom Mestre de Cerimônias não deve subtrair a atenção para si, mas conduzi-la aos outros protagonistas da solenidade. Suas intervenções facilitam o encaminhamento de cada um dos momentos que compõem a ocasião, tal qual um maestro, que conduz e harmoniza a música da orquestra.

A discrição começa pelo traje. É salutar que o Mestre de Cerimônias não use cores chamativas ou utilize atavios espalhafatosos, que distraíam a atenção dos presentes.”

Por Luciano Guimarães Pereira


Só para se ter uma idéia do tamanho do equívoco do organizador do evento, listamos abaixo algumas autoridades que estiveram presentes no evento:

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, os ministros do STF Ricardo Lewandowski e Ellen Gracie, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o deputado estadual Barros Munhoz, presidente da Assembleia Legislativa de SP; o cardeal arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer, e o arcebispo emérito da arquidiocese de Bauru, Dom Antonio Maria Mucciolo; os representantes do protestantismo, reverendo Ademir Aguiar; do judaísmo, rabino Michel Schlesinger; do budismo, patriarca Saikawa Tosho; do islamismo, xeique Armando Hussein Saleh; e do candomblé, ialorixá Wanda de Oxum. O governador Jose Serra não compareceu à cerimônia de posse, mas foi representado pelo secretário de ensino superior, Carlos Vogt. A cerimônia teve também uma apresentação da Orquestra Sinfônia da USP.


Utilizar pessoas de destaque na mídia televisiva cabe sim em eventos onde a proximidade com a descontração e o caráter pouco cerimonioso é real, como entrega de prêmios e apresentações festivas do gênero.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Erros


Da série "erros" que encontramos por aí:
acima um anúncio na parede de uma residência no Parque Joquei Clube com erro de grafia, pois o correto é FREEZER;
abaixo um erro sutil de concordância afixado na porta em um orgão do governo municipal:
o correto é escrever "É proibida a entrada" ... e não como está grafado; ou então deveria ser "É proibido entrar"...

Vasco 6x0 Botafogo

Apesar de torcedor fervoroso do meu Vascão da Gama, procuro ser bastante crítico e realista. Tenho certeza de que a goleada que aconteceu neste domingo não passou de um acidente de percurso, pois nem o meu Vasco está com um time tão bom, nem o Botafogo está tão ruim para produzir um resultado tão dilatado como o de 6 a 0.
Mesmo assim não posso deixar de registrar o excelente e sarcástico post do site kibeloco sobre o assunto, destacando que quem faz o site é muito bom em seu ofício.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Causa do terremoto

O "seríssimo" presidente-ditador da Venezuela, muitíssimo bem assessorado, descobriu a verdadeira causa do abalo que devastou o já multi-devastado Haiti.
Segundo Hugo Chavez foram as experiências bélicas norteamericanas que causaram o terremoto de oito dias atrás.
Ele não disse na reportagem de O globo, mas devem ter havido outros daqueles testes nucleares "descobertos" pelo venezuelano, já que hoje aconteceu mais um tremos no Haiti.
Pensando bem...
...
...
...
...
...
é melhor ouvir e ver isso do que ser surdo ou cego.

Quanto?

Esta foi conseguida com a ajuda da minha amiga Caroline.
E isso me faz lembrar que de vez em quando aparecem propagandas que dizem que ..."voce ganha totalmente gratis", o que configura um erro, já que se ganhou, não teve custo e, portanto, é gratuito.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Pronúncia correta

Mais uma vez vimos tentar dar nossa humilde contribuição para aqueles que continuam cometendo equívocos quanto a pronúncia de determinadas palavras:
não existe a palavra e, portanto, não se diz rúbrica (como se houvesse acento no U), uma vez que realmente tal acento não existe; a palavra que existe é rubrica e o correto é dizer rubrica, fazendo com que a sílaba bri seja mais forte. Da mesma forma que não existe e ninguém diz dúplica, pois a palavra e a pronúncia correta é duplica.

Veja como é diferente o caso das palavras súplica {ato ou efeito de suplicar - oração a uma divindade ou a um santo - pedido humilde ou aflitivo} para suplica (sílaba tônica pli) que é dito quanto conjugamos o verbo suplicar na terceira pessoa do indicativo. Temos também as palavras pública e publica, ambas existentes.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Afastado

Juiz afasta deputado da meia de comando da Câmara do DF

Ao conceder liminar, magistrado disse ver fortes indícios de 'banditismo institucionalizado'

BRASÍLIA

O juiz Álvaro Ciarlini, da 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, determinou ontem o afastamento imediato do deputado distrital Leonardo Prudente (sem-partido) do cargo de presidente da Câmara Legislativa de Brasília. Prudente ficou conhecido nacionalmente depois da divulgação de imagens em que ele colocava nas meias dinheiro oriundo de suposto esquema de propina. Há um inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para apurar as suspeitas de existência de corrupção no governo do Distrito Federal.

Em sua decisão, Ciarlini afirma que há fortes indícios de delitos e "banditismo institucionalizado". Segundo o juiz, é indispensável que o Judiciário se posicione com firmeza sobre os fatos. Ciarlini determinou o afastamento de Prudente ao conceder uma liminar pedida por um advogado. O deputado chegou a se licenciar do cargo, mas retomou o comando da Casa em 29 de dezembro.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100119/not_imp497864,0.php


Nota nossa: Alguma coisa precisa mudar em nosso país para que esses bandidos fiquem de fora do poder. Concordo que se deve presumir inocência até que se prove o contrário, mas precisa haver limites para tanto. Que limites seriam? Não sei.

Mas sei (e todos sabem) que a maioria dos políticos aproveita-se desse princípio para cometer todo tipo de crime e ficar por anos e anos, impune.

Não podemos continuar esperando que eles sejam julgados pelo povo e percam a próxima eleição, até porque eles usam boa parte da fortuna que conseguem por meios ilícitos, para, inclusive, comprar os votos que vão lhes garantir a reeleição.

A ordem deveria ser a mesma que é usada para qualquer um: foi pego fazendo m..., fica afastado até que se apure tudo. Ou ser filmado recebendo enormes quantias em dinheiro e escondendo, inclusive nas meias, não é prova suficiente para isso?

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Erro da global

Em entrevista que acaba de ser exibida pela RedeTV a jornalista e apresentadora global Gloria Maria cometeu um erro que é comum entre os menos zelosos (imaginava que ela seria mais): ela comentava em tom de reclamação que o processo de adoção ficou para trás quando foi concluido e que, portanto, sua filhas adotivas devem ser tratadas como "suas filhas". E está corretíssima. O erro foi quando disso - "A diferença entre eu e uma mãe que gerou no útero"... Nesse caso é preciso ter muita atenção: o correto é "A diferença entre mim e uma mãe que gerou no útero"..
É diferente de quando se diz "pra mim fazer" ou "pra mim comer", pois aqui o correto é "para eu fazer" ou "para eu comer".

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

BBB

A apelação da Rede Globo para que as pessoas vejam o BBB continua fortíssima.

Nos últimos dias, várias notícias tem sido “divulgadas” sobre a sexualidade dos integrantes do tal grupo: “pelo menos duas são lésbicas”; “pelo menos um é transformista” "um é ex-ator pornô"...

Agora, sem que o programa tenha se iniciado, o ilustre Boninho já garante que haverá beijo gay entre os participantes. Como pode fazer tal afirmação? Se ...”será exibido”... é porque vai acontecer.

Isso mostra mais uma vez que tudo é orquestrado, minimamente planejado, para arrecadar mais e mais, prendendo a atenção dos que assistem, por intermédio da exaltação da libido.

Acho absolutamente sem propósito que se perca tempo para assistir a vida dos outros, exposta e devassada. Acho completamente improdutivo assistir às novelas (quem já viu uma, viu todas) produzidas e conduzidas para prender os telespectadores.

O BBB nada mais é do que uma novela previamente escrita, mas (como nas novelas) modificadas ao sabor da galera, que quer ver muita intriga, muita fofoca, muito bate boca e muita conversa sobre assuntos “proibidos”. Os acontecimentos são levados de forma que apareçam acidentalmente peitinhos de fora (como se fosse um acidente), bundas insistentemente mostradas num ângulo “casual”, todo tipo de intimidade sob as cobertas (houve alguém mostrando um piercing genital sob o edredon) e, como agora sabemos, beijos e atitudes homosexuais.

Não gosto de ver, nem verei o BBB. Mas no mínimo um objetivo da poderosa global já foi atingido: estamos falando no milionário e libidinoso programa.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A ordem das bandeiras

Mais uma vez voltamos ao assunto do título, por equívocos que encontramos por aí.
Desta vez refere-se ao novo prédio da InterTv em Campos, recentemente inaugurado, que apresenta o ordenamento das bandeiras de forma errada, conforme a foto tirada hoje.
A bandeira do Brasil está na posição correta, pois em número de quatro, ficou à direita do meio por ser a mais importante; a segunda mais importante é a do Estado do Rio que deveria estar à esquerda da do Brasil, mas foi colocada à direita desta.
Destacamos que se a bandeira da instituição não estivesse lá e, portanto, o número de bandeiras fosse ímpar, a posição estaria correta, conforme imagem retocada abaixo.
(foto cortada)
Como encontramos o erro e assumimos para nós mesmos a obrigação de mostrar o equívoco e apontar a forma correta da apresentação das bandeiras, entramos e tentamos dar nossa contribuição para que a precedência fosse obedecida.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A natureza não perdoa

Pesquisando o desastre de Angra dos Reis, descobrimos que em junho de 2009 o Governador Sergio Cabral Filho assinou o decreto 41.921/09, flexibilizando as condições que permitem construções nas áreas de proteção ambiental. Certamente não foi esta a causa da tragédia, mas é preocupante saber que muitas outras construções poderão ser erguidas.

Agora o governador diz que vai tomar providências, mas nos parece que as medidas deveriam ter sito tomadas antes que tantas vidas fossem perdidas.

Fora isso, destaque-se que é necessário dar ouvidos aos ambientalistas que geralmente se preocupam em defender um planeta que será habitado por nossos filhos.

A sequencia de fotos (acima e abaixo) mostra as belas paisagens e a destruição.

Abaixo reproduzimos um texto retirado do site www.prrj.mpf.gov.br, onde é questionada a constitucionalidade do decreto.

11/09/2009 - MPF contesta decreto estadual sobre APA Tamoios
Procuradores consideram nova regra inconstitucional

O decreto estadual que altera as regras de ocupação da Área de Proteção Ambiental (APA) Tamoios, foi considerado inconstitucional pelo Ministério Público Federal (MPF) em Angra dos Reis (RJ). Publicado em junho, o decreto 41.921/09 anistia infratores ambientais que, entre 1994 e 2005, degradaram ou deixaram degradar a APA, que abrange um vasto território no continente e em 57 ilhas. Os procuradores da República Fernando Amorim Lavieri e Daniela Masset Vaz solicitaram ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que proponha uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra o decreto, por violar o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, como dispõe a Constituição.

Com o decreto, o Plano Diretor da APA, criada em 1986, passa a admitir a "edificação ou ampliação de residências unifamiliares e empreendimentos turísticos em área comprovadamente impactada por uso anterior desde que este não ultrapasse a taxa de 10% do terreno". De acordo com o MPF, a nova regra é inconstitucional porque não foi veiculada por lei, embora tenha mudado o regime jurídico das Zonas de Conservação de Vida Silvestre e tenha diminuído significativamente a proteção ambiental na região.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, analisará o documento enviado pela Procuradoria da República em Angra dos Reis. Entre outros argumentos, os procuradores citam que o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), em ocasião parecida, já "deixou claro que o regime jurídico do espaço territorial especialmente protegido somente é passível de alteração mediante a edição de lei".

"O ato normativo inconstitucional, editado à revelia do Conselho Diretor da APA Tamoios e dos órgãos técnicos ambientais, causa grandes prejuízos a todas as ações desenvolvidas pelo poder público, sejam judiciais, sejam extrajudiciais, visando coibir a degradação do meio ambiente protegido pela APA Tamoios", afirmam os procuradores Fernando Lavieri e Daniela Vaz. "O decreto inconstitucional trará consequências desastrosas e irreversíveis à proteção ambiental, sendo imperiosa a imediata suspensão de seus efeitos legais, como única forma de se garantir a sobrevivência de tão importante ecossistema."


Os links abaixo dão acesso à diversas matérias acerca do assunto, inclusive as diversas reclamações e gritarias contra o decreto.


http://www.prosaepolitica.com.br/2010/01/02/sera-que-cabral-tambem-assinou-sem-ler/

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/


http://www.oeco.com.br/reportagens/37-reportagens/23026-governador-cassa-protecao-em-angra

O presidente de férias

A imagem mostra o presidente Lula de férias na praia de Inema na Bahia.

Temos que destacar que apesar de todas as brincadeiras possíveis acerca do conteúdo da caixa de isopor que ele está carregando, ele mesmo está carregando.

Acho que podemos extrair da foto uma simplicidade que ainda resta ao homem Luis Inácio, o qual, na condição de presidente, certamente tem ao seu dispor uma legião de pessoas que poderiam realizar tal tarefa.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Jose Serra e Marina Silva

Abaixo a postagem que copiei integralmente do blog do partido verde de campos:

A chapa Cabocla!

“Uma chapa formada por José Serra e Marina Silva embaralharia a campanha de 2010, pegando o PT no contrapé e enterrando de vez a desastrada candidatura de Dilma Rousseff”

Os dois juntos, na mesma chapa. Quem? José Serra e Marina Silva. Isso mesmo: José Serra, presidente, e Marina Silva, vice-presidente.

A ideia ainda é embrionária. Só é debatida no interior de um grupelho do PSDB. Mas ganhou impulso na semana passada, depois que Aécio Neves renunciou à candidatura presidencial e assoprou para a imprensa petista que rejeita terminantemente uma vaga de vice-presidente na chapa de José Serra - a chamada chapa puro-sangue. Apesar de todos os apelos do PSDB, Aécio Neves repetiu aos seus interlocutores que pretende candidatar-se ao Senado e dedicar-se integralmente à campanha para eleger seu sucessor em Minas Gerais, Antonio Anastasia.

Uma chapa presidencial formada por José Serra e Marina Silva - a chapa cabocla ou, melhor ainda, a chapa mameluca - embaralharia a campanha de 2010, pegando o PT no contrapé e enterrando de vez a desastrada candidatura de Dilma Rousseff. O plano petista de contrapor Lula a Fernando Henrique Cardoso - o único atributo que, depois de muito empenho, os marqueteiros conseguiram arrumar para Dilma Rousseff - iria para o beleléu, considerando que Marina Silva, por mais de cinco anos, também fez parte do governo Lula. E a impostura bolivariana de que o PSDB defende o interesse dos ricos e o PT defende o interesse dos pobres seria imediatamente desmascarada. Em matéria de pobreza, ninguém pode competir com Marina Silva.

José Serra e Marina Silva saíram do armário duas semanas atrás, em Copenhague, na COP15. Um elogiou o outro, um apoiou as propostas do outro. Eles conseguiram até deter o aquecimento global, congelando o Hemisfério Norte e matando de frio algumas dezenas de poloneses. José Serra já está com a campanha presidencial pronta. O que ele representa é a “continuidade sem continuísmo”. Para o eleitorado, ele manterá as conquistas de Fernando Henrique Cardoso e de Lula, e ainda poderá dar um passinho adiante. Apesar de atemorizar os banqueiros, José Serra é capaz de sossegar o lulista mais conservador. Se Marina Silva concordasse em se unir a ele, sua candidatura ganharia também um aspecto mais moderno, um caráter mais inovador.

Marina Silva, por outro lado, como candidata a vice-presidente poderia dar um sentido prático à sua plataforma ambiental, coordenando essa área no futuro governo José Serra. Reinaldo Azevedo, em seu blog na Veja on-line, disse que Marina Silva, mais do que candidata a presidente, é candidata a santa. Cruzei com ela recentemente e confirmo: ela levita. Elegendo-se na chapa de José Serra, ela teria a possibilidade de, finalmente, voltar a pisar no chão.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/na-revista/a-chapa-cabocla/

sábado, 2 de janeiro de 2010

Nova lei

LEI Nº 12.157, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009.
Altera o art. 13 da Lei 5700, de 1o de setembro de 1971.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o O caput do art. 13 da Lei 5700, de 1o de setembro de 1971, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 13. Hasteia-se diariamente a Bandeira Nacional e a do Mercosul:
..........................................................................” (NR)
Art. 2o (VETADO)
Brasília, 23 de dezembro de 2009; 188o da Independência e 121o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Tarso Genro


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O artigo 13 da lei recentemente alterada faz referência às seguintes repartições:
I - No Palácio da Presidência da República e na residência do Presidente da República;
II - Nos edifícios-sede dos Ministérios;
III - Nas Casas do Congresso Nacional;
IV - No Supremo Tribunal Federal, nos Tribunais Superiores e nos Tribunais Federais de Recursos;
V - Nos edifícios-sede dos podêres executivo, legislativo e judiciário dos Estados, Territórios e Distrito Federal;
VI - Nas Prefeituras e Câmaras Municipais;
VII - Nas repartições federais, estaduais e municipais situadas na faixa de fronteira;
VIII - Nas Missões Diplomáticas, Delegações junto a Organismo Internacionais e Repartições Consulares de carreira respeitados os usos locais dos países em que tiverem sede.
IX - Nas unidades da Marinha Mercante, de acôrdo com as Leis e Regulamentos da navegação, polícia naval e praxes internacionais.

A lei 5.700 de 1o de setembro de 1971, que trata dos símbolos nacionais, e o Decreto 70.274, de 9 de março de 1972, que aprova as normas do Cerimonial Público e a Ordem Geral de Precedência, como sabemos, já estão desatualizados e são amplamente desrespeitados cotidianamente. A nova lei 12.157, que altera a redação da 5.700, deve fazer com que o desrespeito seja ainda maior, ficando como uma daquelas leis que não “pegam”.
Pode parecer pouco, mas as providências para sua efetivação são muitas, pois os prédios das instituições envolvidas terão que fazer alterações em mastros e talvez em paredes e suportes, além de providenciar novas panóplias para todos os setores onde hoje existe uma, alterando a quantidade de mastros, além da aquisição ou confecção de um sem número de Bandeiras do MERCOSUL. Além disso uma atual bandeira do Mercosul deverá ser alterada em breve com a entrada da Venezuela.
Em algum tempo teremos que voltar ao assunto.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O Capim

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
-Quantos rins nós temos?
-Quatro! - Responde o aluno.
-Quatro? - Replica o professor, arrogante,... daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.

-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. - ordena o professor a seu auxiliar.
-E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.


O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala.
O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.


Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
-O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'... 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. 'Nós' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.


A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!
Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou "acreditarem" que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...


E haja capim!!!

Evolução


Designers criam sistema de segurança nas estradas

Batizado de Transparentius, o sistema permite ao motorista que segue atrás de um caminhão "enxergar" se a estrada está livre para ultrapassagens.

Quem costuma dirigir em estradas sabe como é perigoso ultrapassar um caminhão. Entra curva, sai curva, não é fácil enxergar se há carros vindo na outra direção e concluir a manobra com segurança.

Foi pensando nisso que um estúdio de design industrial e gráfico da Rússia criou o Transparentius.

O sistema conta com uma câmera, que grava tudo o que está acontecendo na frente do caminhão, e com um projetor, responsável por exibir as imagens na parte de trás do veículo, fazendo com que o motorista que vem logo atrás veja com clareza se o caminho está livre, antes de fazer a ultrapassagem.

O sistema praticamente transforma o caminhão num objeto "transparente" para o motorista de qualquer veículo que estiver "seguindo" um caminhão - o que explica o nome "Transparentius". Criada pelo Art Lebedev Studio, a tecnologia ainda não saiu do papel. A empresa ainda estuda quais serão os melhores equipamentos para fazer a projeção, sem que a imagem sofra com o reflexo da luz do sol.

Por Época NEGÓCIOS Online

Nota nossa: a tecnologia e a inovação estão sendo aplicadas em quase todos os campos do mundo inteiro; mesmo assim a Fifa continua não aceitando aplicá-las nos campos do futebol.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Erraram o nome



Mais uma da série "Placas e Faixas" com o agravante de que é uma placa oficial. (com a ajuda do Leonardo Cabral)
Pesquisando temos que Tarcísio de Almeida Miranda, nascido em 18/2/1884, na cidade de Campos - RJ, falecido em 1/9/1958, foi Delegado de Polícia - Campos, Agricultor, Industrial e como político exerceu os mandatos de Vereador, Vice-governador - 1951 a 1955 e Senador - 1955 a 1958.
fonte: http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_

sábado, 26 de dezembro de 2009

Erro no alto

Um erro grosseiro quanto a tornar alguma coisa automática, encontrado numa faixa de propaganda colocada em uma esquina de nossa cidade.
Se não sabe como escrever, pergunta - não é nenhuma vergonha não saber tudo.
Ou então faça como o chefe que queria marcar uma reunião para sexta-feira, mas não sabendo como se escrevia ...
marcou para quinta-feira mesmo.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Alguns erros

Numa cerimônia de colação de grau acontecida na última segunda, 21/12, observamos alguns pontos negativos que passamos a relatar:
um dos componentes da mesa, que não foi chamado de surpresa, estava completamente destoante dos demais: todos estavam de terno e gravata, exceto a “figura” que trajava uma camisa pólo preta. Será que não teve tempo de providenciar a vestimenta correta, ou não teve dinheiro para tanto, ou não tinha noção mesmo???
um dos homenageados, que tinha lugar de destaque à frente da platéia e que recebeu uma placa de homenagem dos formandos estava trajando roupa de ginástica, o que revoltou até mesmo os próprios formandos
a oradora de uma das turmas (eram três) não pronunciava o “s” das palavras que estavam no plural, tornando seu discurso muito ruim, pois todos passam a prestar atenção em seus erros e não em sua mensagem. O escolhido para ser “orador da turma” precisa saber falar, ter razoável dicção e a turma tem a obrigação de verificar que aquele mensageiro tem todas as condições de bem representá-los.
O ordenamento das bandeiras (foto acima) estava errado: a do Brasil (1) estava certa no meio; a do Estado do Rio, deveria estar à direita da n° 1 e a do município estar à esquerda da n° 1. Na foto vemos, na parte de cima os números que representam o ordenamento que está apresentado e na parte de baixo o que deveria ser, ressaltando sempre que o posicionamento deve ser observado estando a pessoa a de frente para o público.
Abaixo mostramos a ordem que estava errada (números na parte de cima) e o ordenamento que deveria ser na numeração abaixo da foto.


Também postamos o esquema de como está (errado) e depois como deveria estar para estar correta a ordem.




quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Elegância

Conheci ontem e recomendo: loja Bella Demais no Campos Shopping. Roupas diferenciadas para mulheres que querem vestes mais formais e elegantes, mesmo que sejam casuais.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Fora do tom

Estivemos neste final de semana na vizinha cidade de Macaé numa cerimônia de Colação de Grau de alguns jovens Engenheiros.

Como não podia deixar de ser nos detivemos em detalhes que todos vêem, mas poucos percebem onde está o erro, só notando após alguém comentar:

1. como havia pouquíssimo espaço no pequeno palco para a mesa, os formandos, o púlpito e as bandeiras - que devem ficar à direita do palco -, e os concluintes queriam fazer uma projeção de fotos num telão (parede), as bandeiras foram colocadas por trás dos formandos(errado) para que houvesse espaço para a tal projeção, a qual sequer aconteceu por falha no equipamento disponibilizado para tanto;

2. a “empresa” contratada para a organização do evento (na realidade era apenas uma mulher e um rapaz) colocou na mesa aquelas garrafinhas plásticas de água mineral e taças de champagne – questionamos e pedimos que pelo menos fossem retiradas as garrafas pois não ficava bem tal prática. A “empresa” nos atendeu, embora contrariada, e afirmou que há 15 anos faz a mesma coisa sem que ninguém jamais tivesse questionado (?!?!?!)

3. a pessoa (aquela segunda da “empresa”) encarregada de operar o som, não conseguiu, durante todo o evento, corrigir os problemas decorrentes do uso dos microfones, ficando, ora alto demais, ora baixo demais e na maior parte do tempo com eco, o que era muito desconfortável.

4. havia uma fotógrafa trabalhando no evento, que, independentemente de ser ou não competente em seu ofício, pecou e muito pela vestimenta: a impressão que eu tive é que ela estava em sem trabalho cotidiano, ou que tinha colocado uma roupa para ir à padaria da esquina e resolveu ir trabalhar na cerimônia de colação de grau (e também na festa logo após) para a qual tinha sido contratada. Usava uma roupa bege que parecia ser um macacão de malha (ou algo parecido) absolutamente destoante do ambiente solene e festivo onde estava.

A escolha de empresas e profissionais que vão trabalhar num evento do porte de uma solenidade de Colação de Grau, precisa ser muito criteriosa, usando como parâmetros, não os menores valores cobrados (o que pareceu ser o caso) e sim a competência e experiência – se bem que aqueles “15 anos” me deixaram bastante pensativo...

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Ai meus tímpanos!!!

Coitados dos meus ouvidos!
Acabei de ouvir um apresentador de um matutino programa de rádio, quando comentava sobre os empregados nas usinas de açucar de Campos dos Goytacazes, o seguinte assassinato da língua portuguesa:

"Esse pessoal migraram"...

Meus tímpanos doem ao ouvir tais erros, que ouço com alguma frequência de um conhecido que trabalha com eventos. Ele sempre diz coisas do tipo:
"O pessoal gostaram tanto"... ou "O pessoal elogiaram muito."
Compreendo pois este conhecido meu não tem muito estudo e comete diversas outras falhas relacionadas à nossa língua.
Mas um comunicador?!?!?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Festas de final de ano


Nesta época são muito comuns as festas de final de ano.

Confira 10 erros que devem ser evitados nas festas de confraternização, que são ensinados pela Renata Mello, consultora da etiqueta empresarial.

1- Não exagere na bebida. A embriaguez pode fazer a pessoa se expor de maneira inconveniente.
2- Apesar de ser um ambiente mais informal, não chegue a seus superiores como se eles fossem seus amigos de infância. É importante manter certa formalidade.
3- Homens devem evitar “cantar” todas as colegas de trabalho. Não se esqueça de que há sempre o dia seguinte.
4- Mulheres devem evitar distribuir charme para todos os colegas. Isso pode ser prejudicial para a sua imagem.
5- Se pintar um clima com um colega, evite a exposição do relacionamento na frente de todos. É bom que o casal saia da festa discretamente.

6- Cuidado com a roupa escolhida. Decotes ousados, transparências ou vestidos muito curtos devem ser deixados no armário. Afinal, trata-se da festa da empresa.

7- Evite dançar de maneira muito sensual ou exagerar nos passos de dança. Não é recomendado, por exemplo, “dançar na boquinha da garrafa”.
8- Não reclame do trabalho para os colegas e muito menos para o seu superior. Não fale de assuntos delicados ou polêmicos ligados ao escritório.
9- Se a festa for temática, siga a sugestão da empresa. Se for à fantasia, vá fantasiado. Se for uma festa mexicana, use um sombrero. Entre no clima.
10- Mesmo que a festa seja aberta aos cônjuges, a recomendação é a de não levar o parceiro (ou parceira), principalmente se for ciumento (a). As brincadeiras entre os colegas de trabalho podem não agradar o companheiro e gerar uma situação desconfortável para o funcionário.



quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Exemplo

Todos sabemos o quanto os adultos, principalmente os pais, são referências para as crianças.
Hoje descobri, com a ajuda do amigo Sergio Martini, o filme lindo, que todos os adultos, essencialmente aqueles que são pais, deveriam assistir.
Veja, medite e tente, de alguma forma, passar adiante.
video

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Presente???


Algumas pessoas desavisadas acham que ter um cartão de crédito é uma maravilha.

E a propaganda tentar fazer com que se pense isso mesmo.

As operadoras de cartão de crédito são tão boas que no período de nosso aniversário nos mandam até um presente. Vê que legal!?!?!?!?

O pior é quando chegam a cometer o assassinato da língua portuguesa dizendo “você ganha gratuitamente”.

E você recebe aquela correspondência falando do tal presente que você ganhou, MAS informa que para receber o seu presente você tem que fazer compras de pelo menos R$1.500,00. E com um detalhe: depois de gastar tão ínfima quantia você só precisa ligar para saber quais são as “condições” para ter seu “presente”.

Mas se eles são tão bonzinhos porque não nos presenteiam por já termos utilizado o cartão de crédito, com base no que gastamos ao longo do ano?

Provavelmente se recebêssemos um simples chaveiro, por exemplo, ficaríamos satisfeitos, bem ao contrário do que acontece, ao recebermos aquela cartinha com tal tentativa de nos fazer de bobos.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O crime compensa???????????

No link que voce pode acessar aqui temos um vídeo onde pode parecer que o crime compensa: trata-se da absoluta falta de qualquer tipo de punição para nossos senadores e deputados, que de uma forma corporativa e protecionista dos seus pares protegem-se uns aos outros.
Até porque os que têm a incumbência de punir os infratores, na sua grande maioria, também têm "rabo preso" e talvez venham a precisar da "ajudinha" que estão dando.
Está nas nossas mãos colocar toda essa p@%&äda para fora do congresso, sem nenhuma cerimônia: não votemos neles.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A Bandeira Nacional

A Bandeira Nacional é um dos Símbolos Nacionais, assim como o são o Hino Nacional, as Armas Nacionais e o Selo Nacional.
É o Símbolo da nossa Pátria.O Símbolo do Brasil.
A Bandeira Nacional possui um hino específico: o Hino da Bandeira Nacional; e um dia de comemoração: 19 de Novembro - Dia da Bandeira.
A bandeira atual do Brasil adotada pela República mantém a tradição das antigas cores nacionais, verde e amarelo, do seguinte modo: um losango amarelo em campo verde, tendo no meio a esfera celeste azul, atravessada por uma zona branca, em sentido oblíquo e descendente da esquerda para a direita, com a legenda, Ordem e Progresso, e pontuada por vinte e uma estrelas, entre as quais as da constelação do CRUZEIRO, dispostas na sua situação astronômica, quanto a distância e ao tamanho relativos, representando os Estados da República e o Município Neutro.
A Bandeira Nacional foi adotada por decreto (redigido por Rui Barbosa) em 19 de novembro de 1889, sendo alterada (a esfera celeste) sempre que um novo Estado é criado ou extinto.
Foi projetada por Raimundo Teixeira Mendes, com a colaboração de Miguel Lemos. O professor Manuel Pereira Reis, catedrático em Astronomia da Escola Politécnica tratou da posição das estrelas e o desenho foi executado por Décio Vilares.
A primeira bandeira republicana foi bordada por D. Flora Simas de Carvalho.
Sua confecção, exibição e uso obedecem a rigorosas normas.
Significados dos Detalhes da Bandeira
O retângulo e o losango estão presentes com as mesmas tonalidades na bandeira imperial, mostrando que a bandeira republicana não rompeu definitivamente com o Império.
O losango, em particular, é a representação da mulher na posição de mãe, esposa, irmã e filha.
A esfera é o antigo símbolo do mundo, unindo o Brasil a Portugal através de D. Manuel, em cujo reinado se deu o descobrimento.
Ela é também um antigo emblema romano, presente na bandeira do Principado do Brasil instituída por D. João IV, onde já constava a faixa branca (faixa zodiacal).
O verde da bandeira tem muitos significados, pois remonta ao primeiro objeto que provavelmente funcionou como bandeira: ramos de árvores arrancados em instantes de alegria espontânea.
No bandeira do Brasil o verde tem outros significados históricos, como a Casa de Bragança, a filiação com a França e o estandarte dos Bandeirantes.
O amarelo recorda o período imperial e, poeticamente, é a representação do Sol.
Essa cor recorda a Casa dos Habsburgos e também a Casa de Castela e a Casa de Lorena, a que pertencia D. Leopoldina, esposa de D. Pedro I.
Combinado ao verde, o amarelo irmaniza-nos com os povos africanos.

O azul, juntamente com o branco também remonta a nacionalidade lusitana, bem como homenageia a história do Cristianismo e a mãe de Jesus, padroeira de Portugal e do Brasil.

O branco, plenitude das cores, traduz os desejos de paz.
Vale destacar também a ausência do vermelho e do preto, excluindo da bandeira lembranças de guerras, ameaças e agressões.
A estrela isolada é Spica, a principal estrela (estrela alfa) da constelação de Virgem.
Na bandeira do Brasil, Spica tornou-se a representação do Estado do Pará, pois este era o Estado da União com maior parte de seu território acima da linha do equador (Amapá e Roraima tornaram-se Estados somente em 1988).
Sua posição na bandeira revela a extensão territorial do Brasil:
nenhum outro país do mundo, com dimensão geográfica semelhante,
ocupa parte dos dois hemisférios da Terra.
Muitos pensam que a estrela isolada representa o Distrito Federal

Fonte: http://www.brasilmacom.com.br/

EQUÍVOCO CERIMONIALÍSTICO

Ante o grande debate que existe com relação a atitude de se virar para a Bandeira Nacional quando o Hino Nacional estiver sendo executado, postamos abaixo o excelente artigo do Mestre Cerimonialista Silvio Lobo Filho.
Tenho assistido com certa constância em cerimônias cívicas a celebração do Hino Nacional Brasileiro voltando-se autoridades e público na direção da Bandeira Nacional, portanto, a ela em continência, o que, na verdade, constitui-se um equívoco e violação de culto ao Hino Nacional.

Em matéria de símbolos nacionais tenho sempre como referência e autoridade no assunto o cerimonialista Fredolino Antonio David, responsável por essa área junto ao Comitê Nacional do Cerimonial Público, com o qual dialogo neste artigo. É dele a afirmação em seu trabalho apresentado no Congresso Nacional do Cerimonial Público: O Hino Nacional, juntamente com a Bandeira, as armas e o selo, são símbolos que representam a nação brasileira, a pátria que amamos e respeitamos. Os símbolos nacionais são pares, não há precedência e muito menos hierarquia entre eles; todos, isoladamente ou em conjunto são símbolos da nação, expressando o espírito cívico dos brasileiros. (DAVID, 2004)

De fato, o ato de voltar-se para a Bandeira Nacional no momento do cântico do Hino Nacional, externa demonstração de uma precedência do símbolo Bandeira sobre o símbolo Hino, que não existe.

Esse ato (voltar-se à Bandeira Nacional) não pode ser tratado como opção dos organizadores do evento, do anfitrião, ou do serviço do cerimonial, pois todos devem cumprimento à lei, e ela é determinante no que diz respeito aos símbolos nacionais não se admitindo violação.

Os símbolos nacionais estabelecidos pela Constituição Federal Brasileira em seu artigo 13, §1º, foram devidamente regulamentados pelo Decreto-Lei nº 4545 de 04 de setembro de 1942, aperfeiçoado pela Lei nº 5.700 de 1º de setembro de 1971 e em parte complementada pelo Decreto 70.274 de 09 de março de 1972.

Todas as normas legais referenciadas não estabelecem em qualquer dos seus dispositivos normativos precedência ou hierarquia de um sobre outro símbolo.

Esta é a razão primeira da afirmação de que no momento do cântico do Hino Nacional Brasileiro em cerimônias cívicas ou religiosas em geral não se oferece continência à Bandeira, portanto, o público, sequer as autoridades que compõe a mesa devem voltar-se na direção da Bandeira, pois, não é esse o símbolo que se está cultuando e sim o Hino Nacional.

É bem provável que o equívoco que se tem praticado por muitos serviços de cerimonial se deva a uma errada interpretação da lei que regulamenta os símbolos nacionais, Lei 5.700/91, em seu art. 25 ao estabelecer as hipóteses em que o hino nacional será executado em continência à Bandeira Nacional.

Para a correta interpretação desse artigo é preciso compreender o que e quando se presta continência a Bandeira Nacional. Veja o teor do artigo 25, incisos I e II da Lei nº 5.700, de 1º de setembro de 1971, que estabelece as seis (6) hipóteses de execução do Hino Nacional em continência, que são: à Bandeira Nacional, ao Presidente da República, ao Congresso Nacional incorporado, ao Supremo Tribunal Federal incorporado, nas cortesias internacionais, no hasteamento semanal obrigatório da Bandeira Nacional nas escolas.

Note-se que dois são os momentos em que pode ocorrer a execução do Hino Nacional em reverência a Bandeira Nacional, a primeira em continência e a segunda na cerimônia cívica semanal dos estabelecimentos de ensino (Decreto nº 4.835, de 8 de setembro de 2003).

A lei é taxativa fixando tais casos como únicos e em seu § 2º do mesmo artigo veda a execução do hino nacional em continência, fora da previsão ali estabelecida.

É importante definir com a clareza necessária o que seja a expressão “continência”, utilizada pela norma legal.

Continência é o ato de reverência que é manifestado de várias formas pelos militares conforme normas estabelecidas no Decreto nº 2.243 de 03 de junho de 1997, conhecido por RRCONT ou R-2 (regulamento de continências). Para o civil, a continência na cerimônia de execução do Hino Nacional, pode ser definida como o ato do saudante voltar-se na direção do saudado (Bandeira, Presidente da República, etc.).

Quando a Lei menciona que o Hino Nacional será executado em continência ao Presidente da República, está determinando que todos se voltem para o Presidente da República no momento do cântico. Da mesma forma nos demais casos previstos.

Vejamos o caso em que o Hino Nacional é executado em continência à Bandeira. Note bem, é preciso compreender que a continência à Bandeira Nacional está contida em diversas formas fixadas no Decreto 2.243, de 03 de junho de 1997, em seu art. 15, norma também aplicável ao cidadão civil. No entanto, a norma legal estabeleceu uma única hipótese em que a Bandeira Nacional tem direito a continência (inciso I) ao ser hasteada ou arriada diariamente em cerimônia militar ou cívica.

Essa é a hipótese única da continência à Bandeira Nacional quando da execução do Hino Nacional.

Ora, nas cerimônias cívicas em ambientes fechados não há hasteamento ou arriamento da Bandeira, portanto, o Hino Nacional nesses locais não é executado em cerimônia à Bandeira, portanto não se deve voltar para os dispositivos de bandeiras.

Observe que a lei ao regulamentar a execução do hino nacional em continência estabelece de forma restrita situações específicas e únicas acima referidas, tanto que o § 2º do artigo 25 na mencionada lei veda a execução do Hino Nacional, em continência, fora dos casos previstos no mencionado artigo.

Pois bem: nas sessões cívicas, nas cerimônias religiosas, nas ocasiões festivas, a execução do Hino Nacional é facultativa (§ 3º do artigo 25) e em sendo facultativa é vedada a execução do Hino Nacional em continência.

O que se extrai da vedação é que é proibido prestar outro tipo de continência na execução do Hino Nacional fora dos casos mencionados pela lei.

Dessa forma deve-se sempre ter em mente que a única hipótese que se presta continência à bandeira durante o cântico do hino nacional brasileiro é quando a bandeira é hasteada.
Data: Maio de 2009
Autor: Silvio Lobo Filho - Cerimonialista, Mestre de Cerimônias, Presidente do Conselho de Ética do Comitê Nacional do Cerimonial Publico, Professor Mestre Doutorando da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Escritor e Poeta