quarta-feira, 25 de maio de 2011

Idosa que levou chute em templo evangélico receberá R$ 51 mil de indenização

Esta veio do valioso Alex Cabral

Notícia publicada em 25/05/2011 14:29
 
A Igreja Universal do Reino de Deus de Rio das Ostras bem que tentou diminuir a indenização de R$ 51 mil a que foi condenada a pagar a uma senhora que levou um chute durante um culto. Edilma de Oliveira, que à época do fato tinha 71 anos de idade, foi lançada, por um auxiliar do pastor, a uma distância de três metros, sofrendo fratura na perna com lesões irreversíveis. A 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, porém, negou provimento ao recurso e manteve a sentença.

Nos autos, consta que Edilma não recebeu qualquer socorro após o incidente. Ela foi submetida a duas cirurgias para colocação de parafusos de platina. Em consequência, a idosa passou a necessitar de consultas médicas periódicas e também de tratamento fisioterápico. Além disso, ficou impossibilitada de fazer seus afazeres domésticos e os doces que vendia para ajudar em seu sustento.

Em apelação, a Igreja requereu nulidade de parte da sentença de 1º grau quanto à condenação dos danos emergentes, dos alimentos indenizativos e contra o período fixado para os alimentos, porque a autora não teria comprovado despesas com o evento e renda mensal. A ré também tentou convencer a Justiça de que o fato de a autora ter idade avançada e alguns problemas de saúde seria motivo para diminuir a indenização. “Como se a dor moral do idoso valesse menos”, reagiu o dembargador relator da 15ª Câmara Cível, Celso Ferreira Filho.

Na decisão, o relator afirmou que a Igreja foi contraditória ao negar o nexo de causalidade, embora tenha reconhecido que a dinâmica do evento danoso se deu no interior de suas dependências, “lugar que por sabença comum, se destina a práticas espirituais que deixam muitas vezes os fiéis fora de si e, portanto, com possíveis comportamentos de violência, movidos pela delirante força para neutralizar atuações pretensamente demoníacas”. Segundo o desembargador, “não foi fruto do acaso nem fato imprevisível que a autora tenha entrado sã nas dependências da ré e de lá saído incapacitada em razão de lesões”.

O desembargador Celso Ferreira Filho considerou ardilosa a defesa da Igreja ao nominar a “ação de indenização de danos morais”. Segundo ele, tal método visava à alegação futura de decisão “extra-petita”, com eventual condenação em danos materiais. “Embora a ré procure preservar a fé nos indivíduos, paradoxalmente, atua aqui com má-fé, fingindo não ter lido a inicial, onde está explicitado com todas as letras o pleito de dano material (lucros cessantes e danos emergentes)”. O recurso foi desacolhido.

Na decisão, o desembargador, ao manter a sentença de 1º grau, pergunta: “Será que a ré não tem a percepção para dimensionar a dor sofrida por uma idosa que entrou íntegra em suas dependências apenas para orar e, ao sair, estava multilesionada, tendo que percorrer uma verdadeira “via crucis”, por corredores de hospitais e através da interminável estrada da terapia medicamentosa"”.

Processo nº 0002127-23.2005.8.19.0068
Extraído de:
http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home?p_p_id=portletnoticias_WAR_portletnoticias&p_p_lifecycle=1&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=1&p_p_col_count=11&_portletnoticias_WAR_portletnoticias_acao=noticia-visualizar&_portletnoticias_WAR_portletnoticias_metodo=carregar&noticiaId=9702

Silêncio...

A submissão de veículos de informação aos seus patrocinadores é uma situação inescrupulosa.
Temos tido "participações especiais" em um programa que é uma página aberta ao enaltecimento das ações do governo municipal. 
Hoje, prestando bastante atenção, vi que um todo poderoso super secretário, desenvolveu mais uma atividade das inúmeras que lhe são atribuidas e fez com que os "jornalistas" ficassem em absoluto silêncio e passividade para que fosse feita a rotineira propaganda governamental. Foram dadas as agendas de inaugurações da prefeita e chegou-se ao cúmulo de dar o endereço de um determinado partido político e data de uma reunião para lançamento de candidaturas a vereador.
Antigamente o programa tinha a "colaboração" presencial do grande aliado, mas agora a participação é por telefone mesmo, mesmo que a qualidade do som esteja absolutamente comprometida.
Cabe aos condutores do programa fazer o maior silêncio possível... Silêncio submisso.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Dicas 3

11 - Mantenha o timbre fechado do "o" no plural dessas palavras: 'almoços', 'bolsos', 'estojos', 'esposos', 'sogros', 'polvos', etc.

12 - O certo é 'alto-falante', e não auto-falante.

13 - O certo é 'alugam-se casas', e não aluga-se casas. Mas devemos dizer precisa-se de empregados, trata-se de problemas. Observe a presença da preposição (de) após o verbo. É a dica pra não errar.

14 - Depois de ditongo, geralmente se emprega x. Veja: 'afrouxar', 'encaixe', 'feixe', 'baixa', 'faixa', 'frouxo', 'rouxinol', 'trouxa', 'peixe', etc.

15 - Ancião tem três plurais: 'anciãos', 'anciães', 'anciões'.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Dicas II

6 - Com a conjunção "se", deve-se utilizar acaso, e nunca caso. O certo: "Se acaso vir meu amigo por aí, diga-lhe..." Mas podemos dizer: "Caso o veja por aí...".

7 - 'Acerca de' quer dizer 'a respeito de'. Veja: Falei com ele acerca de um problema matemático. Mas há cerca de é uma expressão em que o verbo haver indica tempo transcorrido, equivalente a faz. Veja: Há cerca de um mês que não a vejo.

8 - Não esqueça: alface é substantivo feminino. A Alface está bem verdinha.

9 - Além pede sempre o hífen: 'além-mar', 'além-fronteiras', etc.

10 - Algures é um advérbio de lugar e quer dizer 'em algum lugar'. Já alhures significa 'em outro lugar'.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Bom trabalho

Está havendo em alguns pontos da cidade um bom trabalho que tem reflexo na prevenção de acidentes.
Não sei a quem caberia tal crédito, pois não me lembro de vista placas da prefeitura ou de alguma empresa, mas não há dúvida de que é um avanço.
As tampas de bueiros sempre ficam num plano mais baixo, quando as ruas recebem nova camada de asfalto e quem realiza o serviço não se preocupa com o nivelamento.
Hoje tem havido a reparação desse tipo de falha e registramos aqui nossa satisfação em ver tal providência.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Nóis não aceita.

Nós não vai explicar mais nada que vocês tudo já sabe.
Isso porque os autor de um livro adotado pelo MEC (Ministério da Educação) para os aluno do ensino fundamental, alega que os estudante que fala errado, na realidade está falando certo.
É assim que nós aqui do blog vai escrever agora???
Não!
Nós nos recusamos a falar e escrever seguindo o que está acima.
O livro Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender (foto) é defendido inclusive pelo ministro Fernando Hadad. Porém, o Enem, gerido pelo ministério chefiado pelo próprio Hadad exige a norma culta da língua.
Nos concursos públicos, nos exames de Vestibular, nas entrevistas de emprego, sempre foi, ainda é e penso que deve continuar a ser exigida a norma culta da língua. Caso contrário os que “perderem” em testes deste tipo se sentirão no direito de serem declarados aprovados, uma vez que assim está sendo ensinado e isso vai culminar em processos e mais processos de “prejudicados contra tal discriminação”. Aliás os autores do tal livro chegaram a falar, em “vítima de preconceito linguístico”.
Não podemos acreditar que os novos tempos terão a capacidade de alterar a ordem das coisas de tal forma que o errado seja certo, também na questão da língua portuguesa. Já basta o político safado, o servidor corrupto, o sujeito trapaceiro, que hoje são, todos, tidos como normais. Normal é ser correto, falar corretamente, estudar, aprender e ensinar a quem ainda não sabe. Lula chegou a ser presidente do nosso país e passou 8 anos sem falar com as necessárias concordâncias; não podemos achar que isso é o normal porque o presidente falava assim. Ele não estudou pelas contingências da vida e chegou à presidência pelo jogo político, mas esse não pode ser o parâmetro.
Quando procuramos ensinar a um filho, sobrinho ou outra criança que não se deve dizer "nós vai", "a gente pagamos", "vocês fez" e outras coisas do tipo, estamos contribuindo para o crescimento deles, mas, os autores do livro parecem querer que acreditemos que as crianças já nascem sabendo falar corretamente e nós é que estamos equivocados.
Se algum professor ou um autor utilizar a letra da música Saudosa Maloca, de Adoniram Barbosa, por exemplo, que diz: ..."Que tristeza que nós sentia”...  e ... “Nós arranja outro lugar”  para que o estudante possa perceber qual é a maneira popular de se falar e então, mostrar qual é a forma culta de se dizer corretamente as frases acima, isso sim é válido. Mas dizer que ambas as formas estão corretas, é um absurdo.
E nóis num consegui aceitá.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Algumas dicas

A partir de hoje vamos postar uma série dicas que objetivam auxiliar quem não tem tanta certeza com relação  a muitos detalhes de nossa língua. 
São dicas muito úteis porque, mesmo quem gosta de estudar e falar corretamente, precisa, de vez em quando, fazer algumas pesquisas, ante ao grande número de dúvidas que surgem.
  

1- "Custas só se usa na linguagem jurídica" para designar despesas feitas no processo. Portanto, devemos dizer: "O filho vive à custa do pai". No singular.

2 - Não existe a expressão "à medida em que". Ou se usa à medida que correspondente a à proporção que, ou se usa na medida em que equivalente a tendo em vista que.

3 - 'O certo é " a meu ver" e não ao meu ver.

4 - "A princípio" significa inicialmente, "antes de mais nada": Ex: A princípio, gostaria de dizer que estou bem. "Em princípio" quer dizer "em tese". Ex: Em princípio, todos concordaram com minha sugestão.

5 - "À-toa", (com hífen), é um adjetivo e significa "inútil", "desprezível". Ex: Esse rapaz é um sujeito à-toa. "À toa", (sem hífen), é uma locução adverbial e quer dizer "a esmo", "inutilmente". Ex: Andava à toa na vida.

terça-feira, 17 de maio de 2011

É antes ou é na hora

Assisti ontem o Jornal Hoje, mas, pela falta de tempo, somente hoje estou postando.
Era uma reportagem sobre o concurso dos Correios, ocorrido no dia anterior, e que noticiava que ainda haverá o teste físico.
E a reportagem (aqui) ensina: ..."o ideal é começar a treinar com antecedência."
Apesar de haver uma dica de como seria a antecedência, acho que a construção da frase deveria ser outra, já que quem treina, o faz com antecedência; antecedência é obrigatoriamente antes e, portanto, é treino, pois se não é treino não é com antecedência. Se não é com antecedência, não é um treino e sim o teste mesmo.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

CoincidenteMENTE

Ninguém imagina queo jornal O Diário seja de propriedade do grupo  dos Garotinho. Nem o blog aqui está dizendo isso.
Mas acho muitíssimo estranho o fato de que o atual deputado federal e a prefeita municipal estejam sempre em destaque altamente positivo naquele periódico.
Só para servir de exemplo estou postando dois "prints" da versão on-line de hoje:
O número um da revista que foi lançada, estampa em sua capa foto única de quem?
Realmente é natural que uma pessoa com a projeção nacional que o Garotinho tem seja capa de revista. O que não é natural é o destaque permanente e exclusivamente a favor, como se não houvesse nenhum tipo prática ou ação questionável por parte do deputado.
É razoável que o jornal sendo do município faça matérias com a prefeita; irrazoável é o fato de jamais haver qualquer questionamento jornalístico acerca das ações da mandatária ou da administração pública.
Eles parecem perfeitos sob o ponto de vista dos jornalistas.
Um segundo "print" que colocamos é sobre a coincidência existente também na página eletrônica do jornal: o primeiro blog, claro que com maior destaque é de quem:
do blog do Garotinho;
o segundo blog é da Clarissa Garotinho;
o terceiro blog é do "diretor" do jornal, fiel escudeiro do casal e ex-vice-secretário de propaganda do governo da Rosinha Garotinho.
É coincidência demais

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Eliminado

O urubu pegou carona num bonde que estava sem freio e bateu de frente, 2 vezes, numa carroça desembestada.
Resultado:
um urubu chorando.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Vendendo

Uma amiga minha está vendendo e me pediu ajuda.

Já que eu tenho também muitos amigos,

estou pedindo ajuda para ajudá-la.

Sabe esses lançamentos imobiliários

que começam a ser vendidos

quando ainda não começaram a ser construidos?

É mais ou menos assim...

Portanto publico abaixo o anúncio:


Vendo 2 APTOS NA PLANTA - Oportunidade única.

Com condições de pagamento do programa do Governo Federal " MINHA CASA MINHA VIDA"
Estou vendendo 2 apartamentos na planta (livres de condomínio).

Vejam  a foto:

terça-feira, 10 de maio de 2011

Sem noção

Vi no blog Urgente e o pessoal de lá viu no Procurando:
veja uma entrevista de uma pessoa que deve frequentar a mesma escola de determinados "trabalhadores" daqui.
Tem gente por aqui que ainda está numa fase educativa que deve estar tomando algumas aulas com a entrevistadora sem noção acima.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

IV Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos

Recebi da amiga Djanane e disponibilizo para todos, o evento que acontecerá em breve em Macaé-RJ:
Veja a programação: clique na foto acima para acessar a página do evento

Atualização em 10/05 para corrigir postagem, já que o texto estava invadindo áreas laterais e não consegui consertar.

domingo, 8 de maio de 2011

Tira ou não?

Gosto muito de carros. Gosto muito também de programas que falam sobre carros, mecânica, dicas e coisas relativas a carros. Sendo assim gosto do AutoEsporte da Globo, se bem que era melhor antes do que agora.
Na propaganda para o programa deste domingo aparecia uma chamada que dizia "Aprenda como tirar manchas da lataria", assim como aparece no print do programa na internet.
Quando a reportagem terminou me senti enganado: o "tirar manchas" nada mais era do que lavar a sujeira, desde que não fossem determinadas sujeiras. E a conclusão do "especialista" consultado: é melhor parar o carro no sol do que em baixo de uma árvore.

sábado, 7 de maio de 2011

À minha mãe que, de tão maravilhosa, tinha o nome que abrangia as duas maiores e mais lindas coisas do mundo: Céumar

Saudades!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

I Jornada de Cerimonial Fluminense

Recebemos por e-mail e divulgamos a quem se interessa pelo assunto:
acontecerá no próximo dia 19 em Resende, RJ, a 1ª Jornada Fluminense de Cerimonial Público, Social e Empresarial.
 Por não estar acompanhando com a necessária frequência o site, não sei quando que foi inserida a divulgação do evento, mas só recebi hoje a notícia e é uma pena porque faltam apenas 13 dias, o que torna bastante difícil me programar para ir até lá.
Se voce quiser pode ver a programação clicando na imagem abaixo.

Carroça contra bonde

Ontem um amigo tripudiava dos quatro times brasileiros eliminados da Copa Libertadores num só dia. Dizia ele que somente o timinho dele (que nem está na Libertadores) era capaz de "fazer bonito". E eu me perguntava: Se(a)rá?
Apesar de flamenguista, o cara até é gente boa, mas como não podia deixar de ser, fala uma bobagens.
Também ontem outro amigo brincava que o time dele (o tal) faria um "jogo treino" contra o time cearense. E eu novamente me questionava: Se(a)rá?
foto: globoesportes
 E hoje vejo o resultado: o todo poderoso Seará (ops) Ceará derrotou o fla, que não fez bonito, que perdeu o tal "jogo treino" e saiu vaiado do campo.
A torcida cearense levou até um cartaz para homenagear a "Carroça", como é conhecido o time do Ceará. E no final a "carroça desembestada" passou por cima do "bonde sem freio".  Aliás, na gíria carioca, o termo "bonde" está sempre ligado a algo negativo.
E eu me pergunto: Se(a)rá que o grande investimento dentuço dos pampas vai um dia começar o jogar no tal bondinho?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Copiando notícia

Do blog http://www.estouprocurandooquefazer.com/

Aquisição de apostilas sem licitação é alvo da justiça

O vereador Marcos Bacellar (PT do B) repercutiu hoje em sua página na internet matéria do Blog Berenice Seara (Jornal Extra), sobre determinação da justiça  em indisponibilizar os bens do ex-deputado federal pelo PMDB Paulo Lima (SP), da mulher dele, Luciane Lima, e do ex-secretário de Educação Arnaldo Niskier. Os três são réus – ao lado do governo do Estado do Rio – por causa de uma compra de apostilas, sem licitação, por R$ 33 milhões.

A coisa teria começado lá em 2006, durante o governo de Rosinha Garotinho, quando a Secretaria Estadual de Educação firmou um contrato com a Associação Educacional São Paulo (Aesp) – que pertence ao ex-deputado e à sua mulher – para criar e editar quatro apostilas de pré-vestibular, que seriam distribuídas aos 140 mil alunos do 3º ano do ensino médio do Rio, para avaliar os estudantes e treinar 15 mil professores.

Do total, segundo Berenice Seara, "R$ 20 milhões foram pagos nos últimos 21 dias de dezembro, ou seja, no fim do governo Rosinha. E o tal projeto educacional sequer foi concluído. O contrato foi investigado pelo Ministério público, a pedido do então deputado estadual Carlos Minc (PT). Mesmo com o caso em investigação, o governo (Rosinha) fez o pagamento".

"Agora a verdade está aparecendo para comprovar que tudo que falei procede", diz Marcos Bacellar, por sua vez. Ele relembra um dos vários embates que teve com Anthony Garotinho. "Quando fui para a rádio debater com o nobre deputado federal, citei o absurdo da aquisição de apostilas sem licitação no governo de sua esposa, ele se calou. Muita coisa ainda está por vir. Nada fica obscuro por muito tempo", disse Bacellar.


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Coomprehenção???

Procurando na internet por um produto que estou precisando, encontrei um site que apresentou um aviso onde dizia que não estaria atendendo individualmente até resolver pendências internas. Mas o tal lembrete era assustador, conforme print abaixo:
Num curto aviso encontramos três erros que jamais poderiam acontecer com uma mensagem escrita, ainda mais sendo de uma página oficial de uma empresa:
"Estamos concentrado" dói pois o "S" faz uma falta crucial;
"varegista" se escreve com "J" de varejo;
Difícil mesmo é ter compreensão para ver de onde tiraram a "coomprehenção" - três erros numa só palavra.
Que empresa é essa? Quem teve tamanha capacidade para escrever? E, principalmente, será que ninguém visitou o site de sua própria empresa, seja dono, ou funcionário? Será que ninguém mais percebeu?
Atendendo a pedidos, não deixei condições de identificação da empresa.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Morreu?

O mundo inteiro passou dez longos anos procurando Bin Laden.
Os americanos o encontram e o matam mas a única prova de sua morte é fraudulenta.
Por que?
Depois de tantos anos, tantos milhões e tantas vidas perdidas, seria mais do que natural que os Estados Unidos até levassem o corpo do famoso terrorista para ser exposto em praça pública, mostrando ao mundo inteiro qual é o fim de quem "se atreve" a desafiá-los.
Também seria natural a preocupação de que um provável local de sepultamento poderia se tornar ponto de peregrinação de loucos seguidores, mas bastaria que o corpo fosse cremado e as cinzas jogadas ao mar.
Porém os soldados americanos realizaram o sepultamento de Osama Bin Laden apenas doze horas após sua morte, tendo-o banhado e envolvido em um lençol branco para jogar seu corpo no mar
A proximidade das eleições americanas pode motivar muita coisa.
Se isso tudo não passar de uma grande farsa, quem pode "morrer" politicamente é o Obama, pois lá, diferentemente daqui, as instituições são sérias a ponto de derrubar um presidente que mente para sua nação.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

70 conseguir...

Vi agora há pouco uma matéria onde foi colocada a figura de um candidato aparentemente injustiçado por não poder tomar posse num concurso público no qual o mesmo havia passado, pelo simples fato de estar com 72 anos.
A "vítima" Ephraim Ferreira Alves é professor aposentado e passou realmente num concurso para professor. Ele alega que o edital do concurso não previa idade limite e que, por isso, não pode ser impedido de tomar posse.
Porém a Constituição Brasileira, que data de 1988 prevê:

Art. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)
§ 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados, calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3º e 17: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)
I - por invalidez permanente, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, na forma da lei; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)
II - compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98)

O artigo 40, § 1º diz que ...serão aponsentados...  compulsoriamente, aos setenta anos de idade...
Se um servidor tem que obrigatoriamente ser aposentado aos setenta anos, fica mais do que evidente que ninguém pode ingressar no serviço público após tal idade. Caso contrário, poderíamos ter uma situação incrível de o novo servidor Ephraim tomar posse como servidor público e receber, naquele exato momento, uma comunicação de que estaria, no instante seguinte, sendo afastado compulsoriamente. Que tal?
Se o referido candidato consegue tomar posse e passar a atuar com 72 anos, como ficam os servidores que foram aposentados pela idade limite constitucional? E a partir da nova situação, como  ficam aqueles que estiverem completando a idade máxima?
70 responder. Se não conseguir 60 e 70 novamente.
Se a expectativa de vida aumentou do que era em 1988, que se altere então a CF, após os trâmites legais e estudos pertinentes.
Mas isso é para o futuro, outras postagens, outros concursos etc

Qual a alternativa?

Muita gente está reclamando  dos sérios problemas que a greve dos vigilantes está causando, principalmente com referência ao funcionamento dos bancos.
Acabei de ouvir que os vigilantes estão sendo "incompetentes" na negociação da greve e que deveriam recuar pois a população está contra .
 Certas pessoas não pensam nas alternativas quando dizem certas coisas:
Qual seria a opção para os grevistas, se recuassem? dar um passo atrás para continuar negociando?
tentar retomar o movimento num outro momento? qual? pedir o apoio da população prejudicada?
E qual seria a postura da classe patronal diante do recuo?
Qual seria a reação da população se uma nova greve houvesse num momento mais propício? Haveria um momento mais propício?
 Via de regra, quando uma classe de trabalhadores chega a uma greve, já se esgotaram todas as possibilidades de negociação com os patrões, a ponto de a única possibilidade restante é uma paralisação de suas atividades. Se retornam ao trabalho sem que haja um avanço pela parte contrária em atender, mesmo que em parte, aos pedidos, somente mostram a fraqueza que, via de regra, os patrões pensam que existe.
Quem pensa que a greve só é ruim para os usuários, não sabe o trabalho e o desgaste que há num movimento paralisatório, com todas as pressões sofridas por colegas temerosos, por patrões pouco conscientes, pela própria família preocupada, pela opinião pública etc.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Pare, mas pare certo

Erro que é erro ocorre em qualquer lugar.
A prefeitura de Curitiba nos dá um bom exemplo disso: veja clicando sobre a foto que ao invés de escrever "PARE" em um cruzamento no bairro Cajuru, numa matéria que está no G1

Programação II ENC - 2011

O mestre cerimonialista Manuel Veras nos pede e colocamos aqui a programação do II Encontro Nordestino de Cerimonialistas - 2011.


PROGRAMAÇÃO

Dia 27.04 - Quarta-feira

8h - Credenciamento

9h às I0h - Solenidade de Abertura com a participação da Presidência do CNCP/Brasil, do Coordenador Regional Nordeste e do Diretor da Representação do CNCP no Estado da Bahia.
  • Apresentação da Orquestra infantil “Estrelas Musicais”
10 às 11h - Conferência:
Tema:  Perfil e Atribuições do Cerimonialista - Profissionalismo em qualquer lugar.
Palestrante: José de Pádua Martins de Oliveira - CNCP/NR - Coordenador do CNCP da Região Nordeste (RN).

11h às I2h - Palestra
Tema: Perspectivas de contribuição do Cerimonial aos Poderes Públicos Locais - Prefeitura Municipal de Salvador e Tribunal de Contas nos Municípios”
Palestrante : Luiz Fernando Ribeiro Soutelo - Diretor de Patrimônio da Academia Brasileira de Cerimonial (SE)

12h às 14h - Almoço Livre

14h às 15h30 - Palestra
Tema: Cerimonial para Municípios - Implantação, Gestão e Atribuições.
Palestrante: Eliane Ubillús - Vice-Presidente do CNCP/Brasil, 1ª Vice-presidente da OICP e Chefe do Cerimonial do CODIVAP (SP).

15h30 às 16h - Intervalo

16h às 17h45 - Mesa Redonda
Tema: Discussões do Cerimonial no Judiciário TJ/ MP/ OAB/ Defensoria Publica - Avanços da Região Nordeste
Tribunal de Justiça.
Palestrantes: Sandra Meire Couto Dias Santos dos Santos - Assessora da Presidência do TJ do Estado da Bahia, Cerimonial/MP Ministério Público - (BA), Daniela Cairo Santos de Freitas -  Defensoria Pública - Dr. Jânio Cândido Neri -Defensor Público - titular da Especializada de Direitos Humanos - (BA) e, a definir, representante da Ordem dos Advogados - OAB.

20h - Jantar de confraternização com Show (Adesão) - Capoeira


Dia 28.04 - Quinta-feira

9h às 10h30 - Mesa Redonda
Tema: Panorama e Propostas de Remuneração Unificada Nordeste para atividades do Cerimonial e Organização de Eventos.
Debatedorres: José de Pádua Martins de Oliveira - Coordenador Regional do CNCP/Brasil (RN). Jarbas Oliveira - Diretor da Representação do CNCP/Brasil no Estado da Bahia (BA),
Alex Gomes - Vice-Diretor da Representação do CNCP/Brasil no Estado da Bahia (BA),
Daniela Cedraz Aquino - Secretária da Representação do CNCP/Brasil no Estado da Bahia (BA).

10h30 às 10h45 - Intervalo.

10h45 às 12h - Apresentação das Discussões - Carta do Nordeste.

12h às 14h - Almoço Livre.

14h às 16h - Painel
Áreas de Atuação e Especialização do Cerimonialista - Tendências e Perspectivas:.

Tema: Cerimonial Empresarial
Palestrante: Eduardo Salazar Lopes Pereira - Diretor de Eventos do CNCP/Brasil e Assessor de Relações Públicas/Chesf (PE).

Tema: Cerimonial em Eventos Técnico-Científicos
Palestrante: Cinara Cardoso Alvarez Teixeira - Diretora Executiva da TATICCA  Organizações e Marketing de Eventos Ltda. (BA)

Tema: Cerimonial Universitário
Palestrante: Manoel Veras Cruz da Silva Filho - Assessoria do Cerimonial da UFPI (PI).

Tema: Cerimonial Social
Palestrante: João Batista de Santana Costa (Joãozinho) - Secretário da Diretoria da Representação do CNCP/Brasil para o Estado do Rio Grande do Norte (RN).

16h às 16h15 - Intervalo

16h15 as 17h30 - Conferência
Tema: Fundamentos Éticos do Cerimonial
Palestrante: Marcílio Reinaux - Assessor da Presidência do CNCP/Brasil, Diretor daComissão Setorial de Símbolos, Honras y Distinções da OICP, Presidente da Academia Brasileira de Cerimonial, do Mc Forum e Vice-presidente do Colégio Brasileiro de Cerimonial.

17h30 - Solenidade de Encerramento

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Coisas do idioma novamente

O leitor Alex Ribeiro Cabral deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Coisas do nosso idioma", mas que resolvemos transformar em um novo post. Leia?




João Ubaldo Ribeiro em sua coluna no Globo de 24/04/11 escreveu sobre alguns vícios de linguagem que estamos nos acostumando a ouvir (e falar) ultimamente.
Um deles é o uso indiscriminado do "você". Numa conversa em vez de se formular uma frase assim:"quando se comete um crime dessa natureza, tem de se estar preparado para os rigores da lei";formula-se dessa maneira: "quando você comete um crime dessa natureza, você tem que estar preparado para os rigores da lei". 
De um momento para o outro o interlocutor vira o próprio criminoso. 
Ou então a seguinte frase: "em alguns estados dos EUA quando se mata alguém, há condenação à pena de morte"; é alterada e termina assim: "em alguns estados dos EUA se você matar alguém, você para ser condenado à pena de morte".
Ele também fez menção ao fato de estar bastante em voga a utilização de presidenta no lugar de presidente, quando o cargo é ocupado, obviamente, por mulheres. Segundo Ubaldo, apesar de "presidenta" já ter sido consagrado pelos dicionários, dever-se-ia atentar para a uma possível "morte" dos substantivos comuns de dois gêneros, afinal se já está sendo aceita a expressão "presidenta", daqui a pouco serão aceitas "estudanta", "gerenta", "residenta", "atendenta" e, por que não, "motoristo"?
Ele termina o texto dizendo que pelo que se sabe a presidente Dilma prefere a grafia "presidenta", e que se é assim, ele, João Ubaldo" se reserva ao direito de chamá-la de governanta, em vez de governante, hehehe. 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Nova ferramenta

Foi criado e divulgamos aqui o site do Forum dos Organizadores de Cerimônias Universitárias e Acadêmicas das Instituições de Ensino Superior Brasileira - FORCIES.

Fruto do dinamismo da nova diretoria e do vasto conhecimento do Ray Garbelotti a página www.forcies.com será uma grande ferramenta para facilitar o intercâmbio de artigos e pormenores acerca do mundo do Cerimonial Universitário.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Congresso Fluminense de Iniciação Científica e Tecnológica

No período de 27 a 30 de junho acontecerá o III Congresso Fluminense de Iniciação Cientifíca e Tecnológica em Campos dos Goytacazes.
O importante evento é mais uma vez realizado conjuntamente entre a Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFF) e o Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional da UFF (ESR).
As incrições para participar das palestras e mesas redondas já podem ser feitas, inclusive por interessados de outras instituições.
Veja o link do Congresso aqui.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Desarmamento?

Com o lamentável episódio de Realengo voltou a questão do desarmamento. 
Parece até que o doido (mesmo que outros encontrem inúmeras razões implícitas para o comportamento daquele maluco) foi até uma loja credenciada, se identificou e comprou as duas armas que utilizou; feito isso, cumpriu as exigências rígidas da lei e conseguiu o porte de armas.
Não foi isso que aconteceu. Suas armas foram conseguidas de maneira ilícita.
Encontrei no blog visaopanoramica.com um texto muito bem estruturado e destaquei alguns trechos que podem ser vistos abaixo:


Quando você pergunta por quais motivos os EUA têm mais armas, mais habitantes e, mesmo assim, menos mortes; a resposta fica clara quando certas informações chegam ao seu conhecimento: A taxa de elucidação de crimes é de 70% – em alguns estados chega a 80% ou mais – a polícia reprime qualquer crime com a mesma eficiência; a investigação é meticulosa e tecnicamente cuidadosa; o criminoso é preso e cumpre longas penas com poucos benefícios; os condenados não têm sigilo postal e todas as suas conversas – inclusive com advogados – são monitoradas. A coisa fica ainda pior se tirarmos como parâmetro a Inglaterra, lar da melhor polícia do mundo, lá a taxa de elucidação de crimes é de 95%.
A política da Tolerância Zero funciona com a seguinte lógica: se uma janela for quebrada em uma rua e nada for feito a respeito disso, alguns jovens podem começar a achar que têm carta branca para quebrar outras janelas e cometer pequenos atos de vandalismo. Com o tempo, o bairro ganharia fama de decadente e perigoso. Os cidadãos amedrontados ficariam longe da área e os criminosos ganhariam uma base para suas operações, abrindo espaço para que viciados se amontoassem pelas ruas e cometessem crimes diversos (notou alguma semelhança com as Cracolândias Brasil a fora?). Além disso, o policiamento mais repressivo e mais presente inibe eficientemente a ação dos criminosos (vimos isso com clareza nos grandes eventos em que a presença maciça, da polícia e das forças armadas, nas ruas derrubaram drasticamente os índices de criminalidade aqui no Rio). e impede seu estabelecimento em pontos fixos de determinados bairros.
O grande problema é que, para isso ocorrer, os políticos têm de trabalhar em prol da sociedade e abdicar, pelo menos por alguns momentos, da construção de suas fortunas pessoais e das negociatas a que se dedicam. Aprovar leis mais eficientes e punições verdadeiramente pesadas para crimes violentos (outro problema grave, pois a maioria legisla temendo ser vítima de suas próprias leis no futuro).
A realidade nua e crua se traduz em números: Nesses dez anos em que o Estatuto do Desarmamento está em plena vigência e a compra e posse de armas e munições no Brasil foi drásticamente restrit,a a taxa de homicídios cresceu mais de 17% (de 41.950 em 1998 para 50.113 em 2008). (Leia)
Bandido não compra arma em loja; bandido não cadastra (e muito menos recadastra) arma; bandido não se desarma; bandido não liga para a lei e nem se você é a favor do desarmamento. Não são as armas que matam. É a impunidade. É a ineficiência do Estado. É a inércia dos políticos e dos cidadãos. É o Judiciário arcaico. São as leis brandas e paternalistas demais. É o uso político da Segurança Pública. É a incompetência e o desaparelhamento das polícias. É a impunidade.
Arthurius Maximus

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Falar é fácil

Tentei responder agora há pouco à um comentário de um anônimo no blog Uenfezado sobre uma postagem que fala da 2ª etapa da III Conferência Local de Controle Social.
Não me contenho em somente responder em forma de comentário naquele espaço e trago para cá essa minha inquietação com o que lá está escrito.
São palavras muito ruins a respeito de nossa cidade e que não são dotadas de nenhum carater construtivo. Muito pelo contrário.
A figura escreveu:
maldita cidadela de bosta...   isso aqui é uma bosta...   Vão se catar todo mundo !...   Campos é uma cidade feia...   
PAREM DE PENSAR NOS IMPACTOS ...   ...E CONCENTRE-SE NO... 
Em primeiro lugar,  senhor anônimo, tenha mais atenção ao que escreve para não cometer erros do tipo "vão... todo mundo" - teria que ser vão ... todos e também  "parem"...  ..."e concentre-se"   que deveria ser   parem e se concentrem.
Em segundo lugar, se não está satisfeito, volte para o mundo encantado de onde veio, pois lá deve ser muito bonito, não deve ser cidade de bosta, deve ser uma cidadona bendita e tal... Mas pergunto:  então por que voce saiu de lá? 
Se voce cria seus filhos aqui, se tem trabalho e ganha dinheiro aqui, se faz amigos aqui, se vive aqui, para de falar mal e faça algo de proveitoso ou então VÁ EMBORA!
Ao invés de ficar criticando tanto, voce pode fazer coisas propositivas, tentar mudar o que esta errado etc. Dê sua contribuição: filie-se a um partido político e se candidate seriamente a algum cargo, ou seja candidato de uma associação de moradores, ou de uma entidade social comprometida com o desenvolvimento, ou faça alguma coisa que preste. 
Transforme palavras destrutivas eivadas de sentimentos ruins em ações positivas. 
E comece a se identificar: um cidadão tem nome, obrigações e direitos. 

 

Duas ou uma?

Estou postando duas fotos de uma mesma foto.
Como?
A primeira, publicada por um jornal que deveria ser independente (como qualquer jornal tem obrigação de ser) pode ser vista conforme abaixo:
A outra foto é um "print" da página oficial da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes:
 
 Seria coincidência? Se alguém disser que sim, posso então, lembrando a postagem anterior, dizer que provavelmente o mesmo profissional que trabalha para o jornal independente, trabalha também, coincidentemente,  para a PMCG ou para a empresa que mantem o site no ar.
Será? 
Talvez seja só maldade na   mente   desse povo.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quem não sabe

O jornal O(r)Di(n)ário* ordinariamente publicou uma pesquisa onde a atual prefeita de Campos dos Goytacazes tem somente 14% de desaprovação.
A tal pesquisa dá supostamente à chefe do poder público municipal uma vantagem sobre qualquer adversário político.
Incrivelmente o tal jornaleco está sempre avidamente noticiando fatos exclusivamente positivos sobre o grupo que novamente governa nossa cidade e, ao contrário do que prega o bom jornalismo, age sempre parcialmente.
Coincidentemente todos os diretores (há troca frequentemente) do tal periódico tendencioso,  são partidários do mesmo grupo e comummente fazem parte de suas administrações.
Só não se sabe oficialmente quem é o proprietário do tal jornalzinho que atua partidariamente.
*termo usado pelo Chacal

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Coisas do nosso idioma

O substantivo "coisa" assumiu tantos valores que cabe em quase todas  as situações cotidianas
 
 
 A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É  aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos  faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
 
 A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo,  adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma  "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já  coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
 
 Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já  as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o  Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as  coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em  Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha. Em Olinda, o bloco
 carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu  estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado /  Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente   ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
 
 Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista:  Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título  de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das  Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
 
 Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem,  que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o  trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a  coisa!".
 
 Devido lugar
 
 "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de  Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela voltar, se  ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de  Vinicius, que sabiam das coisas. Sampa também tem dessas coisas (coisa  de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração",  de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos  (que é coisa nossa).
 
 Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o  capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim! Coisa de  cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu  Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o  personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa  Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem  "Coisinha de Jesus".
 
 Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma"   vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB.
 
 No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu  coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque  ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de  ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre  remasterizou. Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta  (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí  com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
 
 Cheio das coisas
 
 As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se  esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do  coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por  Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era  preocupada com as coisas. Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é
 uma questão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já  para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão  bonitinha do pai"). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse  papo já tá qualquer coisa... Já qualquer coisa doida dentro mexe."
 Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano,  que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
 
 Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar.  Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra  coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o  indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua
 vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a  coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
 
 A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral.  Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o  poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa:  "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é  falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas  coisas!
 
 Coisa à toa
 
 Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um  coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu,  Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa,  coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
 
 Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser  usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as  pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são  coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e  outras cositas más.
 
 Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou  coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema  Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa  certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as  coisas". Entendeu o espírito da coisa?
 
 Se não entendeu, desculpe qualquer coisa.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Bandeiras na OAB-RJ

Ontem à noite na RedeTv passou um importante documentário sobre o atentado  no Riocentro, ocorrido durante o nosso recente governo ditadorial.

Reparei que o presidente da OAB-RJ, comentando sobre um outro atentado à sede da OAB, acontecido em 27/08/1980, tinha atrás de si um conjunto de bandeiras que estavam na ordem errada conforme foto ao lado:  (veja o vídeo clicando na foto)

A ordem das bandeiras colocadas atrás da mesa do presidente, do jeito que está é:
 









Mas a maneira correta de se ordenar as bandeiras é:








O assunto, como já dissemos várias outras vezes aqui, é tratado na lei 5.700/71 e é fácil perceber que dentro do nosso país, em qualquer situação e em qualquer local ou instituição, a bandeira do Brasil tem que ter lugar de destaque, conforme Artigo 19 da referida lei:
Art. 19. A Bandeira Nacional, em tôdas as apresentações no território nacional, ocupa lugar de honra, compreendido como uma posição:
I - Central ou a mais próxima do centro e à direita dêste, quando com outras bandeiras, pavilhões ou estandartes, em linha de mastros, panóplias, escudos ou peças semelhantes;

Ruim é perceber que em plena sede da OAB-RJ, ninguém tenha percebido tal equívoco, que fere a lei que trata de nossos símbolos nacionais.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Copiando maluquice?

Estamos cansados de ficar sabendo de notícias de malucos nos EUA que resolvem entrar em colégios e outros lugares, atirando, matando e ferindo pessoas inocentes, para depois dar cabo de sua própria vida.
Só nos falta agora  começar a aparecer doidos do tipo que surgiu em Realengo para fazer essas idiotices.
Será que será mais uma febre de copiar os americanos?

Sai pra lá!!!

Programa lidel de aldiencia

Gosto muito de ouvir rádio pela manhã, especialmente o programa Página Aberta da Radio Educativa.
Acho muito interessante os debates que acontecem nas leituras das diversas notícias dos vários meios de comunicação.
Mas não é nada fácil ouvir algumas pérolas tanto em matéria de opiniões quanto a que acabo de ouvir e que não é tão difícil de aparecer: "estrupo" .
Quem tem por profissão (ou hobby) o uso dos microfones de uma rádio, tendo ou não a formação universitária necessária, tem por obrigação a vigilância permanente do que fala, principalmente quanto ao uso de vocábulos, afinal, não deixa de ser um formador de opiniões.
A palavra correta é ESTUPRO do verbo estuprar, que significa o uso de violência para fazer sexo.
Nossos ouvidos agradecem.
Imagina se voce ouvisse alguém falando: ...consequência mediovágel de um ser estrogonoficamente inoxidável...
Então ouça o som do chamado "Rei do elogio"
 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Mapa mundi

O amigo Sergio Martini me mandou e disponibilizo para todos o Mapa Mundi interativo do IBGE atualizado em 2010.